A Comunidade Migrante Imaginada a partir de uma Subjetividade Mapuche do Século XXI. Chilco por Daniela Catrileo
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Palavras-chave

literatura mapuche
migração
Daniela Catrileo
literatura pós-colonial literatura mapuche
migración
Daniela Catrileo
Literatura poscolonial mapuche literature
migration
Daniela Catrileo
Poscolonial literature

Como Citar

Sepúlveda Eríz, M., e W. Ramírez López. “A Comunidade Migrante Imaginada a Partir De Uma Subjetividade Mapuche Do Século XXI. Chilco Por Daniela Catrileo”. Universum (Talca), vol. 41, nº 1, junho de 2026, p. 31-48, doi:10.4067/S0718-23762026000100031.

Resumo

Este artigo busca explorar como uma comunidade migrante multicultural é gerada no romance Chilco (2023), de Daniela Catrileo. Propõe-se que o romance retrata uma aliança migrante entre personagens femininas de origens diversas (mapuche, peruana e haitiana) que se opõe à violência patriarcal e pós-colonial. Para tanto, a análise adota três abordagens: primeiro, examina como o romance representa a ameaça patriarcal e nacionalista representada pelas personagens migrantes e como elas formam uma aliança em resposta. Segundo, interpreta a perpetuação do discurso colonialista por meio da organização dos espaços no romance. E terceiro, demonstra que o romance enfatiza o valor da diversidade entre as personagens, com base em uma prática experiencial onde cheiros, sabores e diferentes formas de falar fomentam uma comunhão enraizada no afeto. Considerando esses aspectos, o chilco, planta que prospera em solos muito úmidos, funciona como metáfora para uma nova forma de compreender a migração, como um ser vivo que cresce através da permeabilidade com culturas marginalizadas —metáfora que se entrelaça na estrutura do romance, que é imerso ou integrado por material de arquivo sobre o território.

https://doi.org/10.4067/S0718-23762026000100031
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