Plasticidade e Resistência Residual. Uma Leitura Política do Pensamento de Catherine Malabou
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Palavras-chave

Malabou
Plasticidade
Política
Resistência residual Malabou
Plasticity
Politics
Residual resistance Malabou
Plasticidad
Política
Resistencia residual

Como Citar

Agüero Águila, J., e M. Salazar Jaque. “Plasticidade E Resistência Residual. Uma Leitura Política Do Pensamento De Catherine Malabou”. Universum (Talca), vol. 41, nº 1, junho de 2026, p. 159-75, doi:10.4067/S0718-23762026000100159.

Resumo

O seguinte trabalho busca pensar, a partir da noção de "plasticidade" da filósofa francesa Catherine Malabou, o político e a resistência -que para estes efeitos temos chamado "residual"- em sua temporalidade e espacialidade contemporânea. Para dar conta deste objetivo, o artigo está organizado em quatro seções centrais. O primeiro deles busca aprofundar a plasticidade como aquela instância que dá forma à relação entre o futuro e o tempo. Um segundo parágrafo, e a propósito de que Malabou liga à plasticidade como aquilo que fixa, dissolve e finalmente explora, insistiremos na vida e morte como condição aderido à própria plasticidade. Um terceiro momento levanta a ideia de que a plasticidade é devolvida a si plasticamente, gerando um circuito onde o que se observa é uma economia substantiva do pensamento. Por fim, explora-se a plasticidade como uma alternativa de resistência residual (tanto funcionaria sempre como um a posteriori) o político, inclusive dentro de uma geopolítica que se funda na pulsão expansiva das superpotências e no predomínio da violência.

https://doi.org/10.4067/S0718-23762026000100159
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